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Marxismo
Marxismo
  • ISBN: 9788579391125
  • Editora: Alameda
  • Edição: 1 º Edição
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: 16x23 cm
  • Paginas: 306
  • Autor(s): Henrique Amorim, Luciana Aliaga, Paula Marcelino
  • Ano Publicação: 2011
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  • Livro sujeito à disponibilidade da editora.
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De que maneira o marxismo pode contribuir para a análise da sociedade contemporânea? O livro Marximo: teoria, história e política reúne uma série de textos que se propõem a debater essa questão. Recorrendo a enfoques e tratando de temas bastante diversificados, os artigos compreendidos nesta coletânea têm em comum a ambição de discutir a atualidade da teoria marxista. Essa discussão é feita tanto través do exame da obra dos clássicos do marxismo, como Marx e Lênin, como através de estudos de caso que buscam articular teoria e empiria, explicando a prática política e as relações sociais a partir de categorias marxistas. Tendo como ponto de partida esse referencial, os autores analisam os movimentos sociais na Europa e na América Latina, o governo Lula e o contexto político latino-americano atual, as novas formas que o capitalismo se vale para explorar e expropriar os trabalhadores, a expansão da mercantilização, o papel da informação na geração do valor, o cinema como mercadoria, a democracia operária e a transição ao socialismo. Um especial destaque é dado à produção teórica do marxismo latino-americano, enfatizando seus limites e suas contribuições. Não se trata, porém, de um livro fechado em si mesmo. Os autores dialogam com outras perspectivas teóricas, como a teoria das elites, a obra de Bourdieu e as teorias da ação coletiva. Apresentam novos conceitos, como o capital-informação e as rendas informacionais. A questão das classes sociais percorre a maior parte dos trabalhos, sejam os que tratam do Estado, sejam aqueles que abordam mais diretamente a luta de classes. A discussão das classes não se resume à dicotomia burguesia versus proletariado, havendo lugar para as classes médias, para o campesinato e as lutas camponesas hoje. A luta de classes não se restringe à dimensão política e às resistências ao capitalismo em sua fase neoliberal, mas se estende à esfera cultural.